O nome também conta a nossa história.
O Posithividades PRO terá seu lançamento oficial em 11 de outubro de 2026, mas essa história não começou em 2026.
Para entender por que estamos criando um aplicativo exclusivo para pessoas vivendo com HIV, é preciso voltar para 2017, quando nasceu o Posithividades.
E, naquela época, já existia um aplicativo.
2017: o primeiro aplicativo do Posithividades
Quando o Posithividades começou, em 2017, uma das primeiras tentativas de transformar acolhimento e conexão em tecnologia foi a criação de um aplicativo voltado para pessoas vivendo com HIV.
E ele cresceu.
O primeiro aplicativo chegou a aproximadamente 10 mil usuários, distribuídos por cerca de 60 países.
Só que ele deixou de existir ainda em 2017.
Naquele momento, não tínhamos estrutura financeira, tecnológica e operacional para sustentar um aplicativo daquela dimensão.
Servidor custa.
Programação custa.
Atualização custa.
Segurança custa.
Moderação custa.
Manutenção custa.
O aplicativo deixou de existir. A necessidade que ele revelou, não.
Aqueles milhares de usuários mostraram que havia pessoas vivendo com HIV procurando um espaço para encontrar outras pessoas que compartilhavam daquela experiência.
Em vez de simplesmente tentar reconstruir imediatamente o aplicativo, aconteceu algo que hoje consideramos ainda mais importante:
passamos os nove anos seguintes convivendo com as pessoas para quem um dia voltaríamos a construir essa tecnologia.
Antes do novo aplicativo, veio a comunidade no WhatsApp
Esse ponto é fundamental para entender o Posithividades PRO.
Quando o primeiro aplicativo deixou de existir, o Posithividades não deixou de construir comunidade.
Ao longo dos anos, essa convivência ganhou força principalmente por meio da Comunidade Posithividades no WhatsApp.
Antes de existir o aplicativo atual, já existiam pessoas conversando todos os dias.
Já existiam grupos de acolhimento.
Grupos de amizade.
Grupos para relacionamentos.
Grupos por estados.
Espaços para mulheres.
Espaços para diferentes orientações e identidades.
Grupos sobre livros, filmes e séries.
E muitos desses encontros que começaram no digital passaram para a vida presencial.
A comunidade do WhatsApp foi, portanto, muito mais do que uma ferramenta provisória enquanto não existia um aplicativo.
Ela se transformou em um grande espaço de convivência e aprendizado.
Foi ali, e nos demais espaços construídos pelo projeto, que pudemos observar durante anos aquilo que as pessoas realmente procuravam.
O aplicativo de 2026 não cria essa comunidade.
Ele nasce depois dela.
Nove anos aprendendo com pessoas vivendo com HIV
Entre 2017 e 2026, o Posithividades cresceu.
Vieram os acolhimentos.
Vieram os grupos.
Vieram as lives.
Vieram os encontros online.
Depois, os encontros presenciais.
Vieram amizades.
Vieram relacionamentos.
Vieram famílias.
Vieram pessoas recém-diagnosticadas e pessoas vivendo com HIV há décadas.
Vieram pessoas que chegaram procurando acolhimento e, algum tempo depois, passaram a acolher quem estava chegando.
Hoje, os números ajudam a dimensionar essa trajetória.
O Posithividades já realizou mais de 60 mil acolhimentos.
Mais de 5 mil pessoas passaram pela comunidade.
Foram realizados mais de 100 encontros online e mais de 25 encontros presenciais, com mais de 300 participantes presencialmente.
Ao longo dessa trajetória, acompanhamos a formação de 28 casais e o nascimento de mais de 50 bebês de pessoas que passaram pela comunidade.
E o conteúdo produzido pelo Posithividades alcança atualmente mais de 70 milhões de acessos mensais, ampliando a circulação de informações sobre HIV, saúde mental, sexualidade, prevenção, tratamento, direitos e combate ao estigma.
São números do próprio projeto e ajudam a demonstrar a dimensão da experiência acumulada antes da chegada do novo aplicativo.
Em 2026, portanto, não estamos começando do zero.
Estamos transformando nove anos de escuta, convivência, erros, acertos e aprendizado em tecnologia.
E o que aprendemos nesses nove anos?
Aprendemos que uma pessoa pode conhecer profundamente as informações sobre HIV e ainda sentir medo de revelar sua sorologia.
Aprendemos que compreender que indetectável = intransmissível resolve uma questão científica fundamental, mas não necessariamente elimina sozinho o medo da rejeição.
Aprendemos que algumas pessoas querem namorar.
Outras querem relações casuais.
Outras querem amizade.
Outras querem apenas conversar com alguém que compreenda determinadas experiências sem que seja necessário explicar tudo desde o começo.
Aprendemos também que pessoas vivendo com HIV não constituem um grupo homogêneo.
Existem pessoas de diferentes idades, gêneros, orientações, identidades, regiões e histórias.
Há quem tenha recebido o diagnóstico há poucas semanas.
Há quem viva com HIV há mais de três décadas.
E aprendemos principalmente que:
ter o HIV em comum pode iniciar um encontro. Mas não é o HIV que sustenta uma relação entre duas pessoas.
Depois aparecem personalidade, desejo, humor, música, livros, filmes, projetos, rotina, diferenças, afinidades e tudo aquilo que existe quando dois seres humanos começam realmente a se conhecer.
Gregarismo: por que procuramos pessoas que compartilham nossas experiências?
Existe um conceito importante para compreender tudo isso: gregarismo.
O ser humano é um ser gregário.
Nossa história enquanto espécie foi construída coletivamente. Formamos grupos, estabelecemos vínculos, buscamos reconhecimento, proteção, identificação e pertencimento.
Isso não significa querer viver somente com pessoas iguais.
Significa que compartilhar determinadas experiências pode facilitar uma identificação.
Fazemos isso o tempo inteiro.
Pessoas se encontram por causa de uma profissão.
De um esporte.
De uma experiência familiar.
De uma identidade.
De um interesse.
De uma situação vivida.
E também pode acontecer com pessoas vivendo com HIV.
Às vezes, ouvir alguém dizer “eu também passei por isso” produz algo que nenhuma quantidade de informação técnica consegue produzir sozinha.
Não porque a informação seja menos importante.
Mas porque informação e identificação cumprem funções diferentes.
Por isso, criar um espaço exclusivo para pessoas vivendo com HIV não significa defender que elas devam se relacionar apenas entre si.
O Posithividades PRO não nasce para segregar.
Nasce para oferecer escolha.
A psicanálise também ajuda a compreender esse encontro
Muito antes dos aplicativos, a psicanálise já discutia como nossa constituição psíquica acontece também na relação com o outro.
Em Psicologia das Massas e Análise do Eu, de 1921, Freud discute como aquilo que chamamos de psicologia individual está constantemente atravessado pelas relações do sujeito com outras pessoas.
Identificação, pertencimento e reconhecimento são importantes para pensar também o que acontece quando alguém recebe um diagnóstico carregado historicamente de estigma.
Uma pessoa pode racionalmente compreender sua condição e, ao mesmo tempo, imaginar:
“O que o outro vai pensar quando souber?”
“Será que vai continuar querendo ficar comigo?”
“Será que vai contar para alguém?”
“Será que vai me rejeitar?”
Um espaço entre pares não elimina essas questões.
Também não significa que toda pessoa vivendo com HIV automaticamente acolherá outra.
E o Posithividades PRO não é e não pretende ser psicoterapia.
Mas existe uma diferença importante naquele primeiro encontro:
o HIV já não precisa aparecer como uma informação inesperada capaz de interromper a relação antes mesmo de ela começar.
Depois disso, aparecem todas as outras questões que fazem parte de qualquer relação humana.
O apoio entre pares também é estudado pela ciência
Essa experiência não existe apenas dentro do Posithividades.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada na PLOS ONE analisou 20 ensaios clínicos randomizados, envolvendo 7.605 participantes de nove países, sobre apoio entre pares para pessoas vivendo com HIV.
Os pesquisadores encontraram benefícios modestos em alguns desfechos relacionados ao cuidado, incluindo retenção, adesão à terapia antirretroviral e supressão viral.
Isso não significa que uma comunidade substitua acompanhamento médico.
Não substitui.
Também não significa que um aplicativo seja tratamento.
Não é.
O que esses dados mostram é que apoio entre pares é um campo legítimo de investigação dentro da resposta ao HIV.
Porque o tratamento avançou. O estigma não desapareceu.
Outra série de meta-análises, publicada no BMJ Open, reuniu 64 estudos e 20.012 participantes.
Os pesquisadores encontraram associações entre maior estigma relacionado ao HIV e diferentes desfechos, incluindo mais sintomas depressivos, menor apoio social, menor adesão ao tratamento e menor utilização de serviços de saúde e sociais.
Isso não significa que todas as pessoas que sofrem preconceito terão essas consequências.
Mas mostra por que não podemos tratar o estigma como um problema encerrado simplesmente porque o tratamento avançou.
A ciência transformou profundamente a realidade biomédica do HIV.
A transformação social ainda continua.
E a tecnologia pode ajudar?
Em 2023, uma revisão sistemática e meta-análise avaliou intervenções digitais destinadas a pessoas vivendo com HIV.
Os resultados apontaram redução do estigma e melhora da qualidade de vida nas intervenções analisadas. Para apoio social, entretanto, o efeito agregado não foi significativo.
E talvez esse resultado ajude a explicar uma das maiores lições dos nossos últimos nove anos:
tecnologia não fabrica vínculo.
Um aplicativo pode aproximar.
Pode permitir uma conversa.
Pode criar um grupo.
Pode oferecer informação.
Pode mostrar pessoas próximas.
Mas são as pessoas que transformam essas ferramentas em relações.
Por isso o Posithividades PRO não pretende substituir aquilo que já construímos.
Ele nasce da comunidade para ampliar a comunidade.
Em 2017 começamos pelo aplicativo. Em 2026 chegamos ao aplicativo depois da comunidade.
Essa talvez seja a maior diferença entre os dois momentos.
Em 2017, tivemos uma ideia e construímos um aplicativo que chegou a aproximadamente 10 mil usuários em cerca de 60 países, mas que deixou de existir naquele mesmo ano.
Depois vieram nove anos de convivência.
A Comunidade Posithividades no WhatsApp.
Mais de 60 mil acolhimentos.
Mais de 5 mil pessoas passando pela comunidade.
Mais de 100 encontros online.
Mais de 25 encontros presenciais.
Mais de 300 participantes presencialmente.
28 casais.
Mais de 50 bebês.
E hoje, mais de 70 milhões de acessos mensais aos conteúdos do Posithividades.
Em 2017, tínhamos uma ideia e uma tecnologia.
Em 2026, temos uma ideia, uma nova tecnologia e nove anos de experiência com as pessoas para quem ela está sendo construída.
É daí que nasce o Posithividades PRO.
O que aprendemos virou ferramenta
Uma pessoa vivendo com HIV não precisa apenas de um lugar para conhecer alguém.
Existe uma vida inteira acontecendo.
Por isso o Posithividades PRO também possui ferramentas para controle de medicação, consultas, exames e retirada de TARV, além de notícias e conteúdos.
A pessoa pode criar seu perfil, visualizar outros usuários e utilizar os espaços de convivência.
Assinantes têm acesso às conversas e aos grupos exclusivos para assinantes, incluindo grupos organizados por diferentes orientações, identidades, experiências e estados.
Porque aprendemos que não existe apenas uma maneira de viver com HIV.
Gay, bi, lésbica, hétero, trans, travesti, HSH e MSM
Queremos que as pessoas encontrem espaços nos quais consigam se reconhecer sem que o aplicativo tente definir quem elas são.
Por isso aparecem também duas siglas importantes:
HSH (Homens que fazem Sexo com Homens) e MSM (Men who have Sex with Men — homens que fazem sexo com homens).
HSH é a sigla utilizada em português e MSM é sua correspondente em inglês.
Esses termos descrevem um comportamento sexual, e não necessariamente uma orientação ou identidade.
Um homem pode ter relações com outros homens sem se identificar como gay ou bissexual.
Essa distinção é importante porque pertencimento não deveria exigir que uma pessoa adote uma identidade que não reconhece como sua.
O aplicativo não existe para dizer quem alguém deve ser.
Existe para permitir que pessoas diferentes encontrem espaços onde consigam se relacionar.
Por que o Posithividades PRO é exclusivo para pessoas vivendo com HIV?
Porque a experiência compartilhada é justamente uma das bases da proposta.
Isso não significa dizer que pessoas vivendo com HIV devam se relacionar apenas entre si.
Também não significa apresentar relações sorodiferentes como um problema.
Uma pessoa vivendo com HIV, em tratamento e com carga viral indetectável, não transmite o HIV por via sexual.
O objetivo aqui é escolha.
Quem quiser utilizar outros aplicativos pode utilizar.
Quem quiser se relacionar com alguém que não vive com HIV pode se relacionar.
E quem quiser encontrar alguém que compartilhe a experiência de viver com HIV também poderá ter um espaço pensado para isso.
Por isso existe verificação
Para acessar a comunidade dentro do aplicativo, é necessário comprovar que a pessoa vive com HIV.
O usuário envia uma selfie em que seu rosto apareça claramente enquanto segura sua medicação, seus comprimidos ou um exame que comprove o diagnóstico.
A análise é manual.
A imagem é utilizada exclusivamente para a verificação e descartada após o processo.
O aplicativo também foi pensado com mecanismos para impedir capturas e gravações de tela.
Nenhum ambiente digital consegue prometer risco zero.
Mas quando estamos trabalhando com uma informação tão íntima quanto a sorologia para HIV, privacidade não pode ser uma função acrescentada depois.
Ela precisa estar presente desde a construção.
Por que Posithividades?
Porque o próprio nome também carrega essa história.
Quando o Posithividades nasceu, em 2017, aquele H colocado dentro da palavra tinha um significado.
H de HIV.
E continua tendo.
Não queremos apagar nossa origem.
Mas depois de nove anos convivendo com milhares de histórias, aquele H também ganhou outra possibilidade de leitura:
H de Humano.
Porque antes da sorologia existe uma pessoa.
Antes da carga viral existe uma pessoa.
Antes da medicação existe uma pessoa.
Antes do aplicativo existe uma pessoa.
Ninguém é apenas um diagnóstico.
Por isso:
H de HIV.
H de Humano.
O HIV pode inicialmente nos conectar.
O humano é aquilo que começamos a conhecer depois.
E por que PRO?
PRO é o nome do aplicativo e também identifica os recursos disponibilizados aos assinantes.
Mas queremos que essa palavra carregue algo maior.
Em português, pró também significa estar a favor.
É daí que vem nossa leitura:
PRO cuidado.
PRO relações.
PRO diversidade.
PRO informação.
PRO segurança.
PRO comunidade.
PRO encontros.
PRO Humano.
PRO você.
Não somos PRO porque somos melhores.
Somos PRO porque somos a favor.
Da ciência para o Posithividades. E do Posithividades para a ciência.
Durante anos, o Posithividades buscou pesquisas científicas para transformar conhecimento sobre HIV em informação compreensível.
Com o crescimento do projeto, começou também um movimento na direção contrária.
O Posithividades passou a despertar interesse para trabalhos, estudos e pesquisas acadêmicas.
Isso abre outra possibilidade para o futuro do aplicativo.
Queremos compreender melhor nossa própria comunidade.
Queremos produzir dados.
Queremos avaliar resultados.
Queremos entender aquilo que funciona e aquilo que precisa mudar.
Os estudos internacionais sobre apoio entre pares e intervenções digitais não comprovam a eficácia específica do Posithividades PRO porque não pesquisaram o nosso aplicativo.
Mas mostram que questões centrais para o projeto — estigma, apoio entre pares, pertencimento, relações e intervenções digitais para pessoas vivendo com HIV — também são objeto de investigação científica.
Durante anos, usamos a ciência para levar informação às pessoas.
A gente começou olhando para a ciência.
E a ciência também começou a olhar para a gente.
De 2017 a 2026
Em 2017, um aplicativo com aproximadamente 10 mil usuários em cerca de 60 países deixou de existir.
O Posithividades não.
A comunidade continuou.
Migrou.
Cresceu.
Foi para o WhatsApp.
Foi para as redes.
Foi para os encontros online.
Foi para os encontros presenciais.
Virou amizade.
Virou relacionamento.
Virou família.
Virou acolhimento.
Virou conteúdo.
Virou objeto de pesquisa.
E agora volta a virar tecnologia.
Por isso, o lançamento oficial do Posithividades PRO não representa simplesmente a chegada de mais um aplicativo.
Representa a retomada de uma ideia que começou em 2017, agora carregando tudo aquilo que aprendemos em nove anos.
O primeiro aplicativo mostrou que existia uma procura.
A comunidade nos ensinou o que existia por trás dessa procura.
Agora estamos transformando esse aprendizado em tecnologia.
Posithividades PRO.
H de HIV.
H de Humano.
PRO você.
📲 O Posithividades PRO já está disponível para Android
O Posithividades PRO já pode ser baixado e utilizado em celulares Android, mesmo antes de seu lançamento e apresentação oficial, que acontecerão em 11 de outubro de 2026.
Baixar o Posithividades PRO no Google Play
Para iPhone (iOS), o aplicativo ainda não está disponível. Estamos trabalhando no processo de liberação para que, se tudo ocorrer como previsto, ele também esteja disponível para iPhone até o lançamento oficial.
🔐 Para acessar a comunidade, é necessário comprovar que você vive com HIV.
Você precisa enviar uma selfie em que apareça claramente o seu rosto, segurando uma destas opções: sua medicação, seus comprimidos ou um exame que comprove o diagnóstico.
🔒 A imagem é confidencial, utilizada somente para a verificação do acesso e descartada após o processo.
✅ Depois da aprovação, você já pode utilizar os recursos gratuitos do aplicativo.
💚 Quem quiser ampliar a experiência pode optar pela assinatura. Ela libera recursos exclusivos, incluindo os grupos de convívio para assinantes, e também ajuda a manter servidores, programação, manutenção e o desenvolvimento de novas ferramentas do Posithividades PRO.
O Android já está disponível. Agora estamos trabalhando para que o iPhone também faça parte desse novo capítulo até 11 de outubro.
Referências
Berg RC, Page S, Øgård-Repål A. The effectiveness of peer-support for people living with HIV: A systematic review and meta-analysis. PLOS ONE. 2021;16(6):e0252623. Revisão de 20 ensaios clínicos randomizados, envolvendo 7.605 participantes de nove países.
Rueda S, Mitra S, Chen S, et al. Examining the associations between HIV-related stigma and health outcomes in people living with HIV/AIDS: a series of meta-analyses. BMJ Open. 2016;6:e011453. Série de meta-análises envolvendo 64 estudos e 20.012 participantes.
Zhang L, Ni Z, Liu Y, Chen H. The effectiveness of e-health on reducing stigma, improving social support and quality of life among people living with HIV: A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. International Journal of Nursing Studies. 2023.
Freud S. Psicologia das Massas e Análise do Eu. 1921.

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