Atualizado em agosto de 2026
Viajar, estudar, trabalhar ou decidir morar em outro país pode exigir um planejamento adicional para pessoas vivendo com HIV.
Mesmo depois de décadas de avanços científicos no tratamento, 49 jurisdições ainda mantêm algum tipo de barreira migratória relacionada ao HIV, segundo dados apresentados pelo HIV Justice Network na AIDS 2026, realizada no Rio de Janeiro.
O levantamento aponta 16 jurisdições com restrições consideradas severas e outras 33 com restrições parciais.
Essas restrições nem sempre aparecem como uma proibição direta de entrada. Muitas estão dentro dos próprios processos de imigração: exames médicos obrigatórios, testes para vistos de trabalho, restrições de residência, avaliações relacionadas ao custo do tratamento ou dificuldades para estrangeiros acessarem os sistemas de saúde.
Por isso, para uma pessoa vivendo com HIV, existem várias perguntas diferentes:
Posso viajar? Posso morar? Posso trabalhar? Vão exigir teste de HIV? Posso levar meus antirretrovirais? Se eu morar lá, como continuo meu tratamento?
E as respostas podem ser completamente diferentes dentro do mesmo país.
Turismo não é a mesma coisa que morar
Esse é o primeiro ponto que precisa ficar claro.
Um país pode permitir que uma pessoa vivendo com HIV entre normalmente como turista e, ao mesmo tempo, criar barreiras para essa mesma pessoa conseguir residência ou autorização de trabalho.
Em alguns lugares, o teste de HIV aparece somente quando o estrangeiro solicita visto de trabalho, residência, estudo ou renovação migratória.
Portanto, perguntar apenas “pessoas com HIV podem entrar nesse país?” pode gerar uma resposta incompleta.
A pergunta correta é:
“Quais são as regras para turismo, trabalho, estudo e residência de uma pessoa vivendo com HIV?”
49 jurisdições ainda possuem barreiras relacionadas ao HIV
Dados apresentados na AIDS 2026 apontam:
16 jurisdições com restrições severas
e
33 com restrições parciais.
Essas barreiras podem envolver:
• testagem obrigatória para HIV;
• avaliação médica para imigração;
• restrições para determinadas atividades profissionais;
• recusa de residência;
• avaliação do possível custo do tratamento;
• limitações de acesso ao sistema de saúde;
• perda do direito de permanência;
• deportação.
Quais países ainda podem restringir a entrada?
A base internacional Positive Destinations, mantida pelo HIV Justice Network e atualizada continuamente, registra proibições ou restrições de entrada relacionadas ao HIV em alguns países e territórios.
Entre eles estão:
Brunei, Ilhas Cook, Djibuti, Egito, Iraque, Jordânia, Kuwait, Ilhas Marshall, Catar, Rússia e Turcomenistão.
Mas isso não significa que toda pessoa vivendo com HIV será automaticamente impedida de desembarcar nesses lugares.
Em alguns destinos, a duração da viagem e a categoria do visto fazem diferença.
Uma viagem turística de poucos dias pode ter regras completamente diferentes de uma permanência de vários meses.
Onde o teste de HIV pode ser exigido para residência?
A lista é consideravelmente maior.
A base Positive Destinations registra exigências de teste ou declaração relacionada ao HIV em processos de residência em países ou territórios como:
Angola, Antígua e Barbuda, Austrália, Azerbaijão, Bahrein, Belize, Butão, Bósnia e Herzegovina, Brunei, Canadá, Ilhas Cook, Cuba, Dominica, Egito, Guiné Equatorial, Gana, Granada, Hungria, Irã, Iraque, Jordânia, Cazaquistão, Kuwait, Quirguistão, Malásia, Malta, Ilhas Marshall, Maurício, Omã, Papua-Nova Guiné, Paraguai, Filipinas, Catar, Rússia, São Cristóvão e Névis, Arábia Saudita, Singapura, Eslováquia, Sri Lanka, Sudão, Síria, Tajiquistão, Tonga, Turcomenistão, Tuvalu, Emirados Árabes Unidos, Vanuatu e Iêmen.
Importante: exigir um teste não significa automaticamente proibir a residência.
Em alguns lugares, o teste faz parte de uma avaliação médica. Em outros, um resultado positivo pode efetivamente impedir a concessão do visto.
Onde o HIV pode interferir no trabalho?
Também existem países onde o diagnóstico pode interferir na contratação ou autorização de trabalho de estrangeiros.
Entre os países registrados na base internacional estão:
Azerbaijão, Brunei, Djibuti, Iraque, Cazaquistão, Kuwait, Malásia, Ilhas Marshall, Maurício, Catar, Rússia, Arábia Saudita, Singapura, Sudão e Turcomenistão.
As regras podem variar conforme profissão, nacionalidade e tipo de visto.
Por isso, uma pessoa vivendo com HIV que recebe uma proposta internacional de emprego deveria verificar as regras migratórias antes de aceitar o contrato e organizar a mudança.
Como funciona em alguns dos principais destinos?
Emirados Árabes Unidos: visitar Dubai é diferente de morar em Dubai
Dubai e Abu Dhabi estão entre os destinos que mais geram dúvidas.
Para turismo, viajantes não são rotineiramente submetidos a teste de HIV simplesmente para entrar no país.
O cenário muda quando falamos de trabalho e residência.
Os Emirados exigem exames médicos para determinados processos de residência e trabalho. Esses exames podem incluir testagem para HIV.
Um resultado positivo pode fazer com que o estrangeiro seja considerado medicamente inapto para determinadas autorizações.
E o tratamento?
A entrada de medicamentos também precisa ser verificada com antecedência.
Os Emirados possuem regras específicas para importação de medicamentos, e pessoas utilizando antirretrovirais devem confirmar a documentação e quantidade permitidas antes de viajar.
Não é recomendável simplesmente levar vários meses de medicamentos sem verificar as exigências locais.
Arábia Saudita: trabalhar é muito diferente de fazer turismo
Para turismo, não existe testagem rotineira de HIV na entrada.
Para trabalhar ou morar, a situação pode ser muito diferente.
Determinadas autorizações de trabalho e residência exigem exames médicos que incluem HIV.
Um resultado positivo pode impedir a concessão da autorização.
E o tratamento?
O fato de existir tratamento para HIV no país não significa que um estrangeiro terá automaticamente acesso a ele ou direito de permanecer no território após o diagnóstico.
Para quem recebe uma proposta profissional na Arábia Saudita, portanto, a pergunta não deveria ser apenas:
“Existe tratamento para HIV?”
Mas:
“Eu, como estrangeiro vivendo com HIV, posso residir legalmente e acessar esse tratamento?”
Catar: turismo e residência seguem regras diferentes
O Catar é outro exemplo de como uma resposta simples pode ser enganosa.
Visitantes de curta duração podem enfrentar uma situação diferente daquela aplicada a pessoas solicitando residência ou trabalho.
Para determinadas autorizações, existem exames médicos que incluem testagem para HIV.
Um resultado positivo pode interferir na concessão da residência.
Existe tratamento?
Sim.
Existem serviços especializados em HIV no Catar, incluindo atendimento dentro do sistema de saúde do país.
Entretanto, acesso ao tratamento e direito de permanecer no país são questões diferentes para estrangeiros.
Rússia: permanecer mais tempo pode mudar tudo
A Rússia continua entre os países com importantes restrições relacionadas ao HIV.
Determinadas situações envolvendo permanência prolongada, trabalho ou residência podem exigir documentação relacionada à testagem para HIV.
Existem algumas exceções previstas pela legislação, inclusive relacionadas a determinados vínculos familiares.
E o tratamento?
Estrangeiros vivendo com HIV podem enfrentar dificuldades para acessar oficialmente terapia antirretroviral pelo sistema russo.
Para quem pretende morar no país, portanto, é essencial planejar antecipadamente como manter o tratamento sem interrupções.
Malásia: turismo, estudo e trabalho têm regras diferentes
Turistas não são rotineiramente obrigados a realizar teste de HIV simplesmente para entrar na Malásia.
Entretanto, estudantes e trabalhadores estrangeiros podem estar sujeitos a exames médicos.
Um diagnóstico pode interferir na possibilidade de estudar, trabalhar ou permanecer legalmente no país, dependendo da situação migratória.
Posso levar meus medicamentos?
A entrada de medicamentos deve ser acompanhada de documentação adequada quando exigida.
É recomendável manter os antirretrovirais identificados, preferencialmente em suas embalagens originais, e possuir documentação médica.
Singapura: turistas podem entrar, mas existem barreiras para residência
Singapura retirou em 2015 uma antiga proibição que atingia visitantes de curta duração vivendo com HIV.
Atualmente, não existe uma proibição geral para turistas simplesmente por viverem com HIV.
Para determinados processos de trabalho e residência, entretanto, existem avaliações médicas que podem incluir testagem.
Um resultado positivo pode interferir em determinadas autorizações.
E o tratamento?
Singapura possui um sistema de saúde avançado, mas estrangeiros não necessariamente recebem os mesmos subsídios oferecidos a cidadãos e residentes permanentes.
O tratamento pode representar um custo significativo.
Quem pretende morar no país precisa analisar conjuntamente imigração, seguro de saúde e tratamento.
Austrália: HIV não significa proibição
A Austrália não possui uma proibição geral de entrada baseada simplesmente no diagnóstico de HIV.
Determinados processos migratórios, entretanto, incluem avaliação médica.
Em pedidos de residência, o possível custo futuro dos cuidados de saúde pode fazer parte da análise migratória.
Isso historicamente criou barreiras para algumas pessoas vivendo com HIV.
E o tratamento?
Informações atualizadas em 2026 indicam que existem mecanismos para acesso à testagem e tratamento do HIV inclusive para pessoas sem Medicare.
A Austrália é um bom exemplo de por que não podemos colocar todos os países na mesma categoria.
Canadá: também não existe uma simples “proibição de HIV”
O Canadá não proíbe automaticamente uma pessoa de entrar ou morar no país simplesmente por viver com HIV.
Determinados processos migratórios exigem exames médicos.
Dependendo da categoria migratória, questões relacionadas ao impacto sobre os serviços de saúde e sociais podem fazer parte da avaliação.
Portanto, pode existir uma avaliação relacionada à saúde, mas isso é muito diferente de afirmar que:
“O Canadá proíbe pessoas vivendo com HIV.”
Estados Unidos: a proibição acabou em 2010
Os Estados Unidos já impediram a entrada de pessoas vivendo com HIV.
Essa política acabou.
Desde 2010, HIV deixou de ser uma condição específica de inadmissibilidade migratória nos Estados Unidos.
Uma pessoa não é impedida de visitar o país simplesmente por viver com HIV.
Também não existe uma proibição geral de imigração baseada exclusivamente no diagnóstico.
Esse exemplo mostra por que informações antigas encontradas na internet podem estar completamente desatualizadas.
E na Europa?
Grande parte da Europa Ocidental não possui proibição de entrada baseada simplesmente no diagnóstico de HIV.
Em destinos como Portugal, Espanha, França, Alemanha e Reino Unido, a principal preocupação para uma pessoa que pretende morar por longos períodos tende a ser a continuidade do tratamento.
É preciso verificar:
• como funciona o sistema público;
• quando o estrangeiro passa a ter direito ao atendimento;
• necessidade de seguro;
• disponibilidade do seu esquema antirretroviral;
• documentação necessária;
• como será feita a transição entre o tratamento no Brasil e o tratamento no novo país.
Não se deve presumir que chegar a um país europeu significa ter acesso imediato e gratuito aos mesmos serviços disponíveis para cidadãos e residentes.
“Sou indetectável. Isso muda a regra?”
Do ponto de vista científico, uma pessoa vivendo com HIV que mantém carga viral indetectável não transmite HIV por via sexual.
É o princípio:
Indetectável = Intransmissível (I=I).
Infelizmente, algumas leis migratórias não acompanharam a ciência.
Determinadas regras são baseadas simplesmente na existência do diagnóstico, independentemente de:
• carga viral;
• CD4;
• tempo de tratamento;
• adesão;
• indetectabilidade.
Isso significa que uma pessoa indetectável pode continuar sendo atingida por uma política migratória relacionada ao HIV.
Posso levar meus antirretrovirais na mala?
Essa questão precisa fazer parte do planejamento da viagem.
Cada país possui suas próprias regras sobre entrada de medicamentos.
Antes de viajar, verifique:
• se o medicamento pode entrar no país;
• qual quantidade é permitida;
• se é necessária receita;
• se precisa de relatório médico;
• se o documento precisa estar traduzido;
• se existem regras diferentes nos países onde haverá conexão.
Sempre que possível, mantenha os medicamentos identificados e em suas embalagens originais.
Leve quantidade suficiente para toda a viagem e uma pequena reserva para eventuais atrasos.
Nunca interrompa o tratamento para esconder o diagnóstico durante uma viagem.
E se meus medicamentos acabarem?
Ter tratamento disponível no país não significa que um turista estrangeiro possa simplesmente chegar a um serviço e retirar antirretrovirais gratuitamente.
Dependendo do destino, pode ser necessário:
• seguro de saúde;
• consulta particular;
• receita emitida por médico local;
• pagamento da medicação;
• comprovação de residência;
• cadastro no sistema público.
Para viagens longas, descubra antecipadamente onde conseguir atendimento caso ocorra algum imprevisto.
O mesmo antirretroviral existe em todos os países?
Não.
Os protocolos de tratamento variam entre os países.
Um esquema utilizado no Brasil pode:
• existir com outro nome comercial;
• estar disponível apenas com os medicamentos separados;
• não fazer parte do protocolo preferencial;
• ou não estar registrado naquele país.
Para quem pretende mudar definitivamente, a continuidade do tratamento precisa ser organizada antes da viagem.
Preciso contar na imigração que vivo com HIV?
Não existe uma resposta universal.
Se o formulário migratório não pergunta sobre HIV e não existe obrigação específica para aquela categoria de entrada, não se deve presumir automaticamente que a pessoa tenha obrigação de revelar espontaneamente sua sorologia.
Por outro lado, fornecer informações falsas em documentos oficiais pode gerar problemas migratórios independentemente do HIV.
A pergunta correta é:
“O meu tipo de visto exige declaração ou exame relacionado ao HIV?”
E se eu descobrir o HIV depois que já estiver morando no país?
Em países sem restrições migratórias relacionadas ao HIV, o principal desafio tende a ser organizar acompanhamento e tratamento.
Em países restritivos, o diagnóstico pode interferir em:
• renovação do visto;
• autorização de trabalho;
• residência;
• acesso ao tratamento;
• permanência no país.
Nos casos mais severos, estrangeiros podem enfrentar deportação.
Essa é uma informação particularmente importante para pessoas que pretendem permanecer anos no exterior.
O Brasil restringe estrangeiros vivendo com HIV?
Não existe uma proibição geral de entrada no Brasil baseada no status sorológico.
O Brasil também possui um dos maiores programas públicos de tratamento do HIV do mundo, com terapia antirretroviral disponibilizada pelo SUS.
A realidade brasileira demonstra algo importante:
não é necessário restringir pessoas vivendo com HIV para proteger a saúde pública.
Essas restrições protegem a saúde pública?
O UNAIDS defende a eliminação das restrições migratórias baseadas no HIV e aponta que essas políticas são discriminatórias e não representam uma resposta adequada de saúde pública.
HIV não é transmitido pelo convívio social.
Uma pessoa vivendo com HIV pode trabalhar, estudar, viajar, compartilhar ambientes e viver normalmente sem representar risco para quem está ao seu redor.
Além disso, pessoas em tratamento que mantêm carga viral indetectável não transmitem HIV sexualmente.
As barreiras estão ficando menos visíveis
Uma das discussões apresentadas na AIDS 2026 é justamente que a discriminação migratória pode aparecer de maneiras menos explícitas.
Em vez de uma legislação dizendo simplesmente:
“pessoas vivendo com HIV não podem entrar”,
as barreiras podem estar incorporadas aos processos de:
vistos, exames médicos, contratação de estrangeiros, avaliação de custos de saúde, residência e acesso ao tratamento.
Por isso, os dados mais recentes precisam ser compreendidos corretamente:
49 jurisdições ainda mantêm barreiras migratórias relacionadas ao HIV em 2026.
São 16 com restrições severas e 33 com restrições parciais.
Vai viajar ou morar fora? Faça este checklist
Antes de comprar uma passagem, iniciar um intercâmbio ou aceitar uma proposta de emprego, verifique:
1. Turismo: posso entrar como turista vivendo com HIV?
2. Conexão: existe alguma regra específica para escalas?
3. Medicamentos: posso entrar com meus antirretrovirais?
4. Quantidade: quantos meses de tratamento posso transportar?
5. Documentação: preciso de receita ou relatório médico?
6. Estudo: o visto de estudante exige teste?
7. Trabalho: o visto profissional exige teste de HIV?
8. Residência: HIV interfere na concessão ou renovação?
9. Tratamento: estrangeiros têm acesso?
10. Custo: o tratamento é gratuito, subsidiado ou particular?
11. Medicação: meu esquema está disponível?
12. Seguro: existe cobertura para HIV?
13. Diagnóstico: o que acontece com meu visto se eu descobrir HIV enquanto estiver morando lá?
14. Legislação: existem outras regras específicas relacionadas ao HIV?
Não confie apenas em uma lista antiga da internet
As regras migratórias mudam.
Um país que restringia pessoas vivendo com HIV há alguns anos pode ter eliminado a política.
Outro pode manter a restrição apenas para determinadas categorias de visto.
E uma regra aplicada à residência pode aparecer na internet como se fosse uma proibição completa de turismo.
Uma das principais ferramentas internacionais para verificar a situação atualmente é o Positive Destinations, mantido pelo HIV Justice Network.
A plataforma permite consultar informações sobre entrada, residência, trabalho, estudo, testagem, deportação, medicamentos e tratamento.
O UNAIDS também mantém informações internacionais sobre restrições relacionadas ao HIV.
Antes de viajar ou mudar definitivamente, confirme as informações com a embaixada, consulado ou autoridade migratória do destino.
HIV não deveria decidir onde alguém pode viver
Hoje, uma pessoa vivendo com HIV em tratamento pode ter uma vida longa e saudável.
Pode trabalhar.
Pode estudar.
Pode constituir família.
Pode viajar.
E, quando mantém carga viral indetectável, não transmite HIV por via sexual.
Mesmo assim, em 2026, dezenas de jurisdições ainda mantêm barreiras capazes de interferir na liberdade de uma pessoa simplesmente por causa de sua sorologia.
A ciência avançou.
O tratamento avançou.
A prevenção avançou.
Algumas fronteiras ainda precisam avançar também.
Referências teóricas e documentos consultados
HIV Justice Network. Positive Destinations: Global Database on HIV-Specific Travel and Residence Restrictions. Base internacional sobre entrada, residência, trabalho, estudo, testagem, deportação, medicamentos e acesso ao tratamento.
https://www.positivedestinations.info/
HIV Justice Network. Positive destinations or persistent barriers? Rethinking HIV-related travel restrictions. Trabalho apresentado na 26ª International AIDS Conference – AIDS 2026, Rio de Janeiro, 2026.
https://www.hivjustice.net/
UNAIDS. HIV-related Travel Restrictions. Plataforma internacional sobre legislações e políticas migratórias relacionadas ao HIV.
https://travelrestrictions.unaids.org/
UNAIDS. Laws and Policies Analytics. Banco internacional de leis e políticas relacionadas à resposta ao HIV.
https://lawsandpolicies.unaids.org/
UNAIDS. Global HIV & AIDS statistics — Fact Sheet. Dados globais atualizados sobre HIV e acesso à terapia antirretroviral.
https://www.unaids.org/en/resources/fact-sheet
Centers for Disease Control and Prevention – CDC. Yellow Book: Travelers with HIV. Orientações para pessoas vivendo com HIV em viagens internacionais.
https://www.cdc.gov/yellow-book/
Centers for Disease Control and Prevention – CDC. Traveling Abroad with Medicine. Recomendações sobre transporte internacional de medicamentos e documentação médica.
https://wwwnc.cdc.gov/travel/page/travel-abroad-with-medicine
Positive Destinations. United Arab Emirates. Informações sobre turismo, residência, testagem, deportação e medicamentos.
https://www.positivedestinations.info/country-database/country/united-arab-emirates
Positive Destinations. Saudi Arabia. Informações sobre trabalho, residência, testagem para HIV e regras aplicáveis a estrangeiros.
https://www.positivedestinations.info/country-database/country/saudi-arabia
Positive Destinations. Qatar. Informações sobre entrada, residência, trabalho, testagem e acesso ao tratamento.
https://www.positivedestinations.info/country-database/country/qatar
Positive Destinations. Russian Federation. Informações sobre permanência, residência, testagem e acesso ao tratamento antirretroviral.
https://www.positivedestinations.info/country-database/country/russian-federation
Positive Destinations. Malaysia. Informações sobre turismo, trabalhadores estrangeiros, estudantes, exames médicos e entrada de medicamentos.
https://www.positivedestinations.info/country-database/country/malaysia
Positive Destinations. Singapore. Informações sobre permanência de curta duração, trabalho, residência e acesso ao tratamento.
https://www.positivedestinations.info/country-database/country/singapore
Positive Destinations. Australia. Informações sobre imigração, avaliação de saúde e acesso ao tratamento do HIV.
https://www.positivedestinations.info/country-database/country/australia
Positive Destinations. Canada. Informações sobre exames médicos de imigração e avaliações relacionadas à saúde.
https://www.positivedestinations.info/country-database/country/canada
Positive Destinations. Brazil. Informações sobre entrada de estrangeiros vivendo com HIV e ausência de restrição migratória geral baseada na sorologia.
https://www.positivedestinations.info/country-database/country/brazil
World Health Organization – WHO. Consolidated guidelines on HIV prevention, testing, treatment, service delivery and monitoring. Referencial internacional sobre prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento do HIV.
https://www.who.int/teams/global-hiv-hepatitis-and-stis-programmes/hiv
UNAIDS. Undetectable = Untransmittable. Evidências e posicionamentos internacionais relacionados ao princípio Indetectável = Intransmissível.
https://www.unaids.org/

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